quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dias movimentados no trabalho

















Achei no blog http://celuolhar.blogspot.com/,
da minha amiga (jornalista) Roxane Regly, uma foto minha durante a cobertura de uma queimada na Limeira - Iracemápolis. Lembro que nesse dia a fumaça me deixou por alguns instantes atordoado.
A melhor parte do meu trabalho (sem dúvida) é a possibilidade que eu tenho, em poder fazer fotos, vídeos e não apenas escrever.
As imagens e o texto são ótimas juntas e levam informações mais completas à todos.
Durante a cobertura de um acidente na Via Anhanguera (SP-330 http://goo.gl/fvLSS), fiz um vídeo. Mais uma vez, o texto e as imagens em ação juntas.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Três símbolos constroem um só

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras. Nesse caso, o desenho, sinal, imagem, foto ou símbolo - interprete da maneira que achar melhor -, não é o símbolo construido, mas sim um desenho, sinal, imagem, foto ou símbolo ilustrando o meu título e a postagem.

Sempre procurei um foco, desafio ou algo que mexesse com o meu espírito de conquista. Hoje, finalmente, encontrei o que eu estava procurando. Toda atmosfera de aventura, desafios e sentimentos finalmente parecem apontar para algum lugar. O problema ou solução é que a minha bússola aponta em várias direções e não conseguirei acertar o caminho sozinho.


Sem ajuda, não encontrarei um final e nem descobrirei o último símbolo que forma um só. Por isso vou ter ajuda de dois grandes amigos e tenho certeza, que eles não vão ser o problema, mas sim a solução.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Abortos, drogas e um recomeço como mãe





Eu não costumo postar matérias que eu faço no http://www.jlmais.com/, mas a história dessa mãe é incrível. Sei que faz tempo que não posto nada só que esse texto vale o tempo que você vai investir lendo.

Abortos, drogas e um recomeço como mãe

Jovem deixou todos os vícios para criar o filho

Sexo, drogas e rock n'roll. A história da jovem mãe J.M.R.N, de 23 anos, poderia ser descrita com essa frase substituindo o rock n'roll pela palavra superação.
Mesmo conhecendo métodos contraceptivos, J. engravidou três vezes durante a adolescência, abortou duas e na terceira teve um filho.

Segundo especialistas, a falta de consciência é o principal motivo pelo qual as meninas de hoje engravidam tão cedo.
J. contou ao Proibido para Maiores que sua primeira gravidez foi aos 17 anos. "Vacilava muito talvez pela imaturidade ou por me achar autosuficente. Sempre tive informação, mas como namorava há sete anos me acomodei e não dei valor a mim mesma." Segundo a entrevistada, o primeiro aborto foi causado por uso de remédio controlado.

A segunda gravidez foi aos 18 anos. A adolescente fez uma prova e depois viajou para praia com o namorado - o relacionamento já não estava bem - e quando voltou, estava pálida e sentiu fortes dores.
"Tive hemorragia interna por duas horas. Fui parar no hospital e o médico disse que eu estava grávida. Mas como usei muita pílula do dia seguinte tive uma gravidez ectópica, em que o feto se desvia do útero para a trompa", contou. Com o resultado do exame, J. precisou ser operada e ficou um mês de cama.

DROGAS E VIOLÊNCIA

Segundo J., o pai do seu filho conheceu as drogas quando servia o quartel. Na ocasião, ela começou a usar entorpecentes junto com ele. "Nosso namoro era movido a obsessão. Comecei usando maconha e quando experimentei cocaína foi uma paixão arrebatadora", falou.
Quando J. descobriu que o namorado fazia festas com garotas de programa e rolava muitas drogas, ela resolveu terminar o relacionamento. A decisão fez com que ele a empurasse em uma rodovia. O rapaz acabou preso em flagrante, mas depois foi liberado. "Sempre que me sentia triste procurava as drogas. Foi quando não aguentei e tentei me matar, mas não consegui", disse.

TERCEIRA GRAVIDEZ

Aos 21 anos J. descobriu que estava grávida e pela primeira vez procurou a família - que não sabia do seu vício nem das outras vezes que ficou grávida. "Nessa época estava solteira, mas com cinco meses de gravidez reatei com meu namorado e voltei a usar cocaína. Quando tive meu filho, não senti dores, pois estava sob o efeito das drogas. Mas quando vi aquele rostinho, resolvi mudar de vida", contou.
J. veio de São Paulo para Limeira e desde 2008 frequenta os Narcóticos Anônimos. Segundo ela, seu filho não ficou com nenhuma sequela. "Ele tem 2 anos e acabou de fazer uma homenagem para o Dia das Mães. Cantou uma música, me beijou e disse 'te amo muitão mamãe, você é muito importante pra mim.' Isso não tem preço", disse.

Grupo Empenho oferece apoio às adolescentes

Para o secretário de Saúde, Gerson Hansen Martins, falta consciência por parte dos jovens. "Distribuimos camisinhas, pílulas e também temos parceria com o Fundo Social de Solidariedade, que realiza palestras de conscientização. Adolescentes não possuem capacidade física nem psicológica para assumir o compromisso de ser mãe", explicou.

A coordenadora do Grupo Empenho, Josiane de Araújo Pontes, disse que toda gravidez até os 18 anos é de alto risco. "Nós acompanhos as meninas durante os nove meses. Além de orientação, também marcamos médicos e damos conselhos", contou. (Ivan Costa)

Site: http://is.gd/cy9mA0

terça-feira, 12 de abril de 2011

Repórter tem que "meter" o pé na lama


O título desta postagem é uma frase padrão da maioria dos professores de jornalismo. Todos eles falam como é importante, na profissão, colocar o pé na lama para aprender na prática.

Mas "enfiar o pé na jaca", ou melhor, na lama, suja né? E não só o pé, mas a barra da calça também (em algumas ocasiões). A pessoa que pretende estudar para ser jornalista está completamente ferrada. Jornalista não para de estudar nunca. Todos os dias temos novas lições. Não apenas de como escrever uma reportagem ou entrevistar uma pessoa, mas lições de vida.

E com tanta chuva lama é o que não falta para meter o pé e dela tirar muito aprendizado. As faculdades deveriam começar a pensar em zonas rurais e construir futuras instalações. Afinal, lama e estrada ferrada é o que não falta em Limeira. O futuro jornalista, ao entrar na faculdade, já meteria o pé na lama. E na hora de ir embora? A mesma coisa.

Meu post não era exatamente esse. Mas fui surpreendido por algo que explico melhor amanhã. É deixa eu voltar ao trabalho, pois tem muita lama ainda para tirar do sapato e mais trabalho ainda para fazer.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Culturas de segurança (ok não foi um bom título)


Como culturas são diferentes. Uma das mais tradicionais são aquelas de cidades do interior. No entanto, poucas cidades ainda preservam as características de cidades pequenas. Poucas cidades ainda podem contar com um ambiente tranquilo e pacato. No último domingo (10) parti para Cordeirópolis cobrir o Feirarte (feira de artesãos da cidade). Quando cheguei com o carro do jornal e desci me senti em outro planeta. Você pode achar que eu estou sendo exagerado, mas em Limeira, se eu parar em uma das praças do centro, num domingo a tarde, não encontro tanta gente reunida. Algumas pessoas acreditam que é porque em cidades pequenas as opções de lazer são mínimas (não estou dizendo que Limeira é grande, mas é maior que Cordeirópolis). Prefiro acreditar que o ambiente, de cidades menores, é agradável, diferenciado e seguro. Não freqüento muito a cidade de Cordeirópolis, mas em Limeira, andar sozinho ou com um amigo em algumas das praças centrais da cidade (que normalmente são vazias) é pedir para ser assaltado. Em Cordeirópolis observei idosos jogando baralho, crianças aproveitando os brinquedos e pais despreocupados curtindo à tarde de domingo com a família. Em Limeira, essa paz toda pode acabar na delegacia registrando um boletim de ocorrência. Ou em casa amordaçado depois que levam tudo. É quem disse que interior é tranqüilo? São poucas as cidades, que aparentemente, são seguras o suficiente para ter uma tarde agradável. Cuidado com a propaganda enganosa. Nem toda cidade do interior é calma e segura. Hoje, segurança é brinde na região, estado ou Brasil. Segurança é para poucos (aqueles poucos que foram votados para garantir, entre outras coisas, segurança).

quarta-feira, 30 de março de 2011

Proibido Para Maiores - Processo Criminal


Quanto tempo sem deixar a minha marca, ideias ou impressão. O tempo não pode ser usado como desculpa para tudo. A preguiça talvez seria uma boa saída se não fosse um pecado capital. E falando em capital, que lembra Capital Inicial - boa música aos meus olhos ou melhor aos meus ouvidos - me remete a música e acaba me jogando ao Proibido Para Maiores http://is.gd/V3x9KL .

Entrevistei , na última publicação, a banda Processo Criminal e como foi interessante. Mesmo o Punk Rock sendo um gênero "conhecido" acredito que não tenha tanto espaço. Mas em algumas linhas eu pude perceber que os integrantes da banda são apaixonados pelas letras, notas e tudo o que envolve o Punk.

Por isso é bom o plural, diferente ou o que não está cercado pelo modismo. Parabéns a todos os estilos que com a internet crescendo tanto podem se manifestar para o maior número de pessoas possível. Um dia todos os meios de comunicação respeitarão o espaço devido a todos os tipos de arte.

E boa sorte a banda Processo Criminal, pois quando fazemos o que gostamos tudo acaba saindo perfeito.